Todo Estado de Santa Catarina

Aguarde, carregando...

Terça-feira, 21 de Abril 2026

Nacional

Cientista brasileira avança na cura da paralisia com proteína desenvolvida em laboratório

Tatiana Coelho Sampaio coordena pesquisa pioneira na UFRJ que estuda a reconstrução das conexões da medula espinhal por meio da proteína poliamilina

Aline do Mar
Por Aline do Mar
Cientista brasileira avança na cura da paralisia com proteína desenvolvida em laboratório
Redação
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

A cientista Tatiana Coelho Sampaio vem se destacando no cenário científico nacional por liderar uma pesquisa considerada promissora no tratamento da paralisia. Coordenadora do Laboratório de Biologia da Matriz Extracelular do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ela é pioneira no estudo da reconstrução das conexões da medula espinhal por meio de uma proteína desenvolvida em laboratório: a poliamilina.

A pesquisa parte de um dos principais desafios da medicina regenerativa: restaurar as ligações nervosas rompidas após lesões na medula espinhal. Quando essas conexões são interrompidas, o cérebro deixa de se comunicar adequadamente com determinadas partes do corpo, resultando em paralisia parcial ou total. O trabalho coordenado por Tatiana busca justamente reverter esse processo.

A proteína poliamilina, criada pela própria pesquisadora, atua como uma espécie de estrutura de suporte biológico, estimulando a reorganização e a regeneração das conexões nervosas. Em estudos experimentais, os resultados indicam potencial na recuperação funcional, abrindo novas perspectivas para tratamentos futuros.

Publicidade

Leia Também:

Segundo a cientista, o objetivo não é apenas amenizar sintomas, mas atuar diretamente na origem do problema, promovendo reconstrução neural. A iniciativa coloca o Brasil em posição de destaque na área da neurociência regenerativa e reforça a importância da pesquisa científica desenvolvida em universidades públicas.

O avanço ainda segue em fase de estudos e validações, mas já é apontado como uma das linhas mais promissoras no campo da reparação da medula espinhal. A expectativa é que, com o avanço das etapas clínicas, a descoberta possa representar um novo capítulo no tratamento da paralisia, oferecendo esperança a milhares de pessoas afetadas por lesões medulares.

FONTE/CRÉDITOS: Redação
Comentários:
Aline do Mar

Publicado por:

Aline do Mar

Jornalista comprometida com a verdade, atuando com responsabilidade e paixão pela informação. Sua missão é levar notícias relevantes e confiáveis com ética, agilidade e olhar humano.

Saiba Mais
WhatsApp Portal SC Notícias
Envie sua mensagem, estaremos respondendo assim que possível ; )
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR