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Terça-feira, 21 de Julho 2026
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Notícias / Santa Catarina

Enquanto a Copa domina as manchetes, especialistas fazem alerta para fenômeno que pode impactar o Sul do Brasil nos próximos meses.

INMET confirma desenvolvimento do El Niño e prevê condições favoráveis para aumento das chuvas na Região Sul; especialistas defendem atenção redobrada para prevenção de eventos extremos.

Enquanto a Copa domina as manchetes, especialistas fazem alerta para fenômeno que pode impactar o Sul do Brasil nos próximos meses.
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Enquanto milhões de pessoas acompanham a Copa do Mundo, meteorologistas monitoram um fenômeno climático que pode trazer impactos significativos para o Brasil nos próximos meses: o El Niño.

O fenômeno ocorre devido ao aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico Equatorial e já foi confirmado por organismos nacionais e internacionais de monitoramento climático. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), as condições atuais indicam o desenvolvimento do El Niño, com potencial para influenciar o clima brasileiro durante o segundo semestre de 2026 e o verão de 2027.

No Sul do Brasil, os efeitos costumam ser mais preocupantes. Historicamente, episódios de El Niño estão associados ao aumento das chuvas, tempestades, enchentes, alagamentos e deslizamentos. O alerta ganha ainda mais relevância porque a região ainda se recupera de eventos climáticos extremos registrados nos últimos anos.

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Além do monitoramento do fenômeno, o INMET também emitiu nesta semana alerta para queda de temperatura em diversas regiões do país, reforçando o cenário de atenção às condições meteorológicas.

  • Intensidade histórica: Existe uma chance de 63% de o fenômeno se tornar "muito forte" entre novembro e janeiro, o que poderia colocá-lo entre os registros mais intensos desde 1950.

  • Impactos no Brasil: * Norte e Nordeste: Tendência de redução de chuvas, aumentando o risco de secas e estiagens.

  • Região Sul: Tendência oposta, com chuvas acima da média e maior risco de enchentes e temporais.

Especialistas destacam que o momento não é de pânico, mas de prevenção. A recomendação é acompanhar os alertas oficiais, manter documentos protegidos, conhecer rotas de evacuação em áreas de risco e seguir orientações da Defesa Civil sempre que necessário.

Como agir diante de eventos climáticos extremos?

  • Fique de olho:

  • Acompanhe canais oficiais: Siga os portais do INMET e da Defesa Civil regional para boletins meteorológicos em tempo real. Evite compartilhar boatos de redes sociais.

  • Observe o ambiente: Fique atento a subidas rápidas de rios, estalos em encostas ou focos de fumaça na vegetação.

  • Quem acionar em caso de desastre:

  • Defesa Civil (Telefone: 199): Para relatar alagamentos, riscos de deslizamento, rachaduras em estruturas ou necessidade de evacuação.

  • Corpo de Bombeiros (Telefone: 193): Para resgates, acidentes com inundação, quedas de árvores sobre vias/casas ou incêndios florestais.

  • SAMU (Telefone: 192): Para emergências médicas e feridos.

"A natureza não espera o apito final." Enquanto os olhos do mundo estão voltados para os gramados, cientistas acompanham um fenômeno que pode impactar diretamente a vida de milhões de brasileiros.

Fique atento aos canais oficiais de meteorologia e lembre-se: a prevenção e a resposta rápida salvam vidas.

Fonte/Créditos: INMET

Redação

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