Um fim de semana de confraternização entre amigos terminou em tragédia para a família de Giovanna Schmidhauser Schwarzbach, de apenas 23 anos. A jovem, natural de Itajaí, foi morta com um tiro no peito dentro de um apartamento em Bombinhas, no Litoral Norte de Santa Catarina, na manhã de sexta-feira (1º). Imagens de câmeras de segurança mostram o principal suspeito fugindo do prédio logo após o disparo.

Segundo informações apuradas pelo ND+, Giovanna havia voltado de uma festa e estava reunida com amigos no imóvel, que pertence ao pai de um dos presentes. O suspeito, um rapaz de 18 anos que morava no local, teria saído do grupo, colocado uma balaclava no rosto, pegado uma arma de fogo de fabricação caseira e começado a apontar para os convidados. Em seguida, a jovem foi atingida por um disparo no peito, sem chance de defesa.
Entre os presentes estava uma adolescente de apenas 13 anos. O grupo, em choque, viu o suspeito fugir do local em uma motocicleta poucos minutos depois do crime. Até esta quinta-feira (7), ele ainda não havia sido localizado.
A Polícia Civil investiga o caso e não descarta a possibilidade de disparo acidental, mas outras hipóteses seguem em aberto. A defesa da família afirma que Giovanna não conhecia o autor do disparo e que ele sequer fazia parte da festa. “Ela foi com amigos que conhecia, e o suspeito já estava no apartamento. Não havia qualquer relação entre eles”, afirmou a advogada Aline Sacavém ao ND+.
O caso segue sob investigação, com avanços já obtidos pela Polícia Civil de Bombinhas. No entanto, os detalhes são mantidos em sigilo para não comprometer as diligências. Enquanto isso, uma família enfrenta a dor da perda de uma jovem cheia de vida, vítima da irresponsabilidade e da violência que ainda seguem sem resposta.
